07 setembro 2013

5˚ dia – Pisaq, Ollantaytambo e Reveillon em Cusco.

Primeiro dia de passeios mesmo. Logo cedo um chá de coca quentinho e delicioso no hostel. Descemos até a Praça de Armas, onde sairia nosso micro-ônibus para os passeios acertados no dia anterior com a agência. Expectativa à mil, até porque não sabíamos o que íamos encontrar exatamente no passeio pelo Vale Sagrado do Incas. Mochilas com os devidos quites de sobrevivência, comida, água, capa de chuva, gorros, blusa extra.
         Passamos muito tempo viajando no ônibus. Os passeios são longe. Mas a paisagem, muito diferente da que temos no Brasil, faz o tempo passar rápido. Vale a pena sentar na janela, preparar a máquina e registrar o passeio e a estrada. Paramos para almoçar em um restaurante bom até, na estrada. Mas achamos o preço meio salgado e como tínhamos os sanduíches, economizamos. Passamos por várias cidadezinhas e vilas ao longo do caminho.
         Chegamos a Pisaq, o primeiro ponto de parada. Ruínas Incas, onde pudemos andar a vontade, com o guia explicando o lugar, a história, o funcionamento à época, etc.
         Depois fomos para Ollantaytambo. O primeiro lugar surpreendente do passeio, pelo menos para aqueles que são apaixonados por história e cultura. Lá aprendi como os Incas se relacionavam com a natureza e os demais seres vivos. Foi enriquecedor. Infelizmente fizemos um bate-volta, pois a cidade e as ruínas de Ollantaytambo mereceriam mais.
         Em ambos os lugares haviam muitas feiras de artesanato. A dica é sempre pesquisas e pedir descontos. Brasileiros costumam ser vistos como pessoas de bom poder aquisitivo.
         Voltamos já noite pra Cusco. Tempo de comprar uma janta e uma bebida, afinal, tínhamos um réveillon para aproveitar. Voltamos ao hostel e o clima era super frio e agradável. Da sacada do Albergue, fizemos um esquenta com argentinos, venezuelanos, colombianos, etc e descemos para a Praça de Armas, onde um palco já estava montado e muita gente no local. Tivemos neste dia o primeiro contratempo também. Três amigas foram furtadas. Levaram uma máquina fotográfica e muito dinheiro. Como não havia mais o que fazer, fomos tentar aproveitar a virada do ano.
         Não tinha muitas expectativas para o réveillon, mas sinceramente, foi um dos melhores da minha vida. Praça cheia de gente do mundo todo, fogos, banda de música local, dar e receber “feliz ano novo” e muitas línguas diferentes e claro, a parte impublicável da festa, que vai da imaginação de cada um.

         Legal foi quando deu meia-noite, a tradição faz as pessoas darem uma volta em torno da praça. Parecia uma micareta. Todo mundo dançando, pulando, bebendo, se abraçando enquanto dava volta na praça. Depois paramos em um canto e continuamos falando com todo mundo, conhecendo outros brasileiros, peruanos, latinos. Recomendo o réveillon em Cusco.

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