19 julho 2013

Mochilão Peru e Bolívia – 2013

         Fazer um mochilão é o sonho de muitas pessoas. Aventura, liberdade, novas amizades, paisagens inesquecíveis, muita história e outras coisas mais pra contar é o que procuram os mochileiros. Cresci sonhando com o dia que conheceria Machu Picchu. Sempre assistia aos documentários sobre o tema. Tempos atrás cheguei a planejar uma ida, mas não deu certo.
         Meados de 2012, com uns amigos, começamos a planejar o mochilão. Procuramos e encontramos muitas dicas pela internet, livros e manuais de viagem. Roteiros foram sendo pensados a partir de outros que foram nos passando.
         Abaixo, vou tentar explicar por dia o que fizemos, como fizemos e o que achamos da viagem. Espero que sirva para que outros possam fazer também o seu mochilão. Saliento que todos os valores/preços aqui citados são aproximados, pois não lembro exatamente.

Preparativos:

         Tivemos um roteiro básico, com cidades por onde passar, passeios por fazer, dias por ficar e previsão de gastos. Claro que na prática, as coisas iam mudando e acontecendo, até porque esta é a graça de se fazer um mochilhão: o improviso. Levamos em média mil dólares cada um, uma mochila grande com roupas e outra menor para andarmos no dia-a-dia. Alguns tiraram passaporte, mas não é obrigatório. Tiramos o devido Certificado Internacional de Vacinação. Sonhos na cabeça e coragem na cara para começar.

1˚ dia – Maringá/PR – Rio Branco/AC:

         Muitos mochileiros que vão para Machu Picchu, entram pelo Trem da Morte, via Bolívia, passam por La Paz, Copacabana e depois Cusco, para então ir à Machu Picchu e depois fazem o mesmo ou um caminho parecido pra voltar. Resolvemos fazer diferente. Voamos à Rio Branco, no Acre e fomos “descendo o mapa”.

         Cada um de nós, éramos em seis pessoas, se virou para chegar até Rio Branco no Acre. Eu mesmo voei pela Tam, saindo de Londrina dia 27/12 Todos nos encontramos no aeroporto da capital às 00:30 já do dia 28/12 de 2012. De lá, pegamos um van a R$ 10,00 por pessoa e seguimos direto para a rodoviária. Atravessamos a cidade. A rodoviária havia sido recém inaugurada, era meio afastada da cidade, então não tinha movimento (apenas uns dois funcionários e outros pouquíssimos taxistas), muito menos hotéis ou pousadas próximas. Tivemos que subir para o segundo piso e dormir nos bancos.

1 Comentários:

Às 18/10/13 8:09 AM , Blogger Parreiras disse...

Cássio: Apenas três palavras para dizer o que penso duma viagem dessas: Não tem preço!

 

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