Eleições 2012:

Falta cerca de um ano para iniciarmos oficialmente a campanha para as eleições municipais. No entanto, os pretensos candidatos já estão querendo aparecer “na mídia” e lançando as suas candidaturas para ver se “colam”!
Nos sites, fotos, textos, comentários anônimos, e etc, fazem a propaganda com o objetivo de “sentir” a reação e ver se a campanha “decola”. Algumas dessas aparições, de tão “forçadas” chegam a ser ridículas. Às vezes fico com a impressão que teremos mais candidatos do que eleitores.
Nos bastidores, pesquisas de opinião pública são feitas e divulgadas entre os pares. Os números são interessantes, pena que a lei não permite as suas divulgações. No final de semana passado, dois quadros: No primeiro, empate técnico entre dois candidatos, enquanto os demais ficaram longe. No segundo, a vitória quase certa de um deles. O mais interessante é a pesquisa sobre a rejeição: 70% contra 5%. E agora, José? Foram entrevistadas cerca de 400 pessoas em todos os bairros da cidade.
Sabedores desses números, nossos poderosos tentam articular campanhas difamatórias ou atentatórias; tentam espalhar boatos de alianças, chapas e acordos politiqueiros; tentam afinar o discurso entre os pares para ver se “cola”. O jogo é de “peixe grande”!
Este jogo anterior ao registro das candidaturas ainda vai durar por mais um ano. Até lá, muita coisa pode e vai acontecer. Mas no frigir dos ovos, quem decide mesmo é o eleitor e sua consciência, ou falta dela, na frente da urna. É aguardar para ver.
Por: Cássio Augusto – professor e mestrando em História.
Nos sites, fotos, textos, comentários anônimos, e etc, fazem a propaganda com o objetivo de “sentir” a reação e ver se a campanha “decola”. Algumas dessas aparições, de tão “forçadas” chegam a ser ridículas. Às vezes fico com a impressão que teremos mais candidatos do que eleitores.
Nos bastidores, pesquisas de opinião pública são feitas e divulgadas entre os pares. Os números são interessantes, pena que a lei não permite as suas divulgações. No final de semana passado, dois quadros: No primeiro, empate técnico entre dois candidatos, enquanto os demais ficaram longe. No segundo, a vitória quase certa de um deles. O mais interessante é a pesquisa sobre a rejeição: 70% contra 5%. E agora, José? Foram entrevistadas cerca de 400 pessoas em todos os bairros da cidade.
Sabedores desses números, nossos poderosos tentam articular campanhas difamatórias ou atentatórias; tentam espalhar boatos de alianças, chapas e acordos politiqueiros; tentam afinar o discurso entre os pares para ver se “cola”. O jogo é de “peixe grande”!
Este jogo anterior ao registro das candidaturas ainda vai durar por mais um ano. Até lá, muita coisa pode e vai acontecer. Mas no frigir dos ovos, quem decide mesmo é o eleitor e sua consciência, ou falta dela, na frente da urna. É aguardar para ver.
Por: Cássio Augusto – professor e mestrando em História.



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