15 junho 2010

A Quem interessa a paz?

Sempre ouvimos nos veículos de comunicação, nossos líderes políticos falando em paz, clamando para que os povos se entendam na base da conversa e não das armas. Nós, reles cidadãos, aplaudimos entusiasmados. A quem interessa a paz? Claro que interessa a todos nós, homens de bem! Mas a quem interessa a guerra?

Segundo pesquisa publicada esta semana, em 2009, a soma de todos os investimentos mundiais em armamentos chegou ao montante de US$ 1,5 trilhão. Desde 1997, o aumento é de 37%. Em relação à 2008, o aumento foi de 5,9%, ou seja, a crise financeira não afetou os negócios de compra e venda de armas.

No mundo todo, o maior gastador com armas é um país que se intitula como os defensores da liberdade, da democracia e tem como presidente da sua República, o atual Prêmio Nobel da Paz. Os EUA gastaram em 2010 cerca de US$ 660 milhões, o equivalente à 43% do gasto mundial.

Ao mesmo tempo, os países que mais lucram com a venda de armas, são justamente os EUA, com 30% do mercado mundial e a Rússia, com 23%. Seguem outros países como Alemanha, França e Reino Unido.

Recentemente, Hillary Clinton, atual Secretária de Defesa do EUA (ou seria de ataque?) esposa-corna do ex-presidente Bill Clinton, declarou que o acordo mediado pelo Brasil e Turquia sobre o programa nuclear do Irã, torna o mundo mais perigoso. Ora dona Hillary, Depois destes números apresentados, quem será que torna o mundo mais perigoso?

Para se ter uma idéia, EUA, China, França, Rússia e Reino Unido declaram possuir armas nucleares. Há suspeitas de que Israel também as tenha, mas seu governo desconversa. São acusados de ter armas nucleares, Paquistão, Índia e Coréia do Norte. Enquanto que Irã e Síria podem ter programas em desenvolvimento.

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