26 maio 2010

Quanto ao perigo de se falar em público:

Aquele que nunca viu um mero microfone fazer tremer e desmoronar homens e mulheres conceituadas em uma sociedade, que assista a reuniões ou ouçam atentamente a pronunciamentos e entrevistas cedidas publicamente.

O fiasco de mau se expressar, tem levado muitos ao ridículo, ao deboche e a depreciação de sua imagem, uma palavra usada indevidamente pode ser letal ao orador, fazendo cair por terra toda sua credibilidade, como também, pode evidenciar sua incapacidade, mostrando seu despreparo e infelicidade, diante de um público sempre, avaliador, crítico e implacável no julgar e condenar.

“É melhor ao homem escorregar com os pés do que com a língua”, este provérbio Hindu nos atenta ao perigo que corremos ao não policiarmos nossas palavras, pois as conseqüências podem ser desastrosas, muitas vezes patéticas.

De fato a boa oratória é um dom que assiste a poucos, por isso, cautela ao falar é uma questão de obrigatoriedade, inteirar-se de assuntos, pesquisar, ler, estudar são pontos que devem ser observados até mesmo por oradores vocacionais, que dirá por amadores de pouca ou nenhuma intimidade com microfones e lentes de câmeras.

O falar por falar é tão somente para as rodas de bate-papo, jogar conversa fora, é para os grupos de amigos entre pessoas íntimas e próximas, em publico, porém, é preciso prudência, discernimento, segurança e conhecimento, se assim não for, o falastrão pagará micos inimagináveis, prestando com certidão a tarefa de idiota, fazendo deleitar-se em risos aqueles que se deliciam com o despreparo adverso.

Portanto, em público, procure ao máximo o autocontrole emocional, não permita que um simples microfone pareça ter proporções monstruosas, controle-se diante da platéia, estabanar-se, irá apenas satisfazer olhares e ouvidos famintos por deslizes e desastres.

Lembre-se, busque falar o necessário, fale sem floreios, com sabedoria e segurança, caso contrário, cale-se.
Primeiro aprenda a lidar com a situação, depois, entre ouvir e falar, procure ficar com primeira opção, pois assim observam os sábios e prudentes, prova disto é que somos providos de dois ouvidos e uma só boca.

Vigiai, vigiai.
A palavra depois de proferida não tem retorno é como cristal quebrado, de forma alguma terá remendo.

Por: Mateus Brandão de Souza, graduado em história pela FAFIPA.

5 Comentários:

Às 26/5/10 1:03 PM , Blogger PROF ROBERTO disse...

Boas dicas para não falar em público no microfone e na câmera .....

 
Às 27/5/10 6:44 PM , Blogger Bruno Gustavo de Almeida Campos disse...

Este comentário foi removido pelo autor.

 
Às 27/5/10 7:29 PM , Blogger Cássio Augusto disse...

Será que eles entendem??? rsrs

 
Às 28/5/10 11:16 AM , Blogger Ricardo Ronda disse...

Recebi hoje duas intimações da Pref. de Nova londrina. Uma dizendo respeito à minha leitura do texto do Luciano 'Onde vamos parar'? e outra sobre meus comentários de ontem sobre a entrega de carnês do IPTU pela agentes de saúde. Parece piada. Desviarem agentes de seu trabalho para resolver pendengas inúteis que eles mesmos criaram e se importar com comparações entre Nova e outras cidades da AMUNPAR, cujos dados são oficiais. É o caso do falar em público ou para um público. Claro que ficamos honrados com tão 'nobre' audiência, atenta aos detalhes da nossa fala e preocupadas com a VERDADE.

 
Às 28/5/10 12:58 PM , Blogger caco disse...

AGENTE DE SAUDE FAZENDO ENTREGA DE CARNES DE IPTU, ESTAMOS NA FAZE DE LINGUIÇA COMENDO CACHORRO.
ESSE MUNICIPIO É UMA PIADA...
¨E DELHE LOANDA

 

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