17 agosto 2009

História do Noroeste:

Para aqueles que, pensam que a história do hoje Noroeste do Paraná, começou apenas com a vinda os “pioneiros”, estão muito enganados. Primeiro que a região, durante muito tempo, foi colônia espanhola, inclusive com importantes reduções jesuítas.

Ontem, o jornal Folha de Londrina, publicou quatro reportagens sobre dois barcos encontrados no fundo do rio Paraná, com grande munição, ossos humanos e furos no casco, nas proximidades do Porto São José, e que teriam sido afundada em meados da década de 1920, no conflito entre tropas Tenentistas e do Governo Federal.

Segundo as reportagens, embora legalmente tais embarcações pertençam à União, por estarem a tempos no fundo do Rio, a intenção do empresário que fez o resgate é reformá-las e utilizá-las em sua “pousada-barco” a ser construída às margens do Rio.

Há ainda uma boa matéria com o advogado residente em Nova Londrina, Dr. Getúlio Braz Anziliero, que tem estudado um pouco sobre estas batalhas na região.

Links:
A história trazia à tona
Tenentismo: intervenção militar na política

Embarcações pertencem à União
Paraná: palco de sangrentas batalhas

É preciso cadastrar no site para poder ler os texto. Mas é grátis e rápido. Vale a pena.

Abaixo, algumas fotos...


4 Comentários:

Às 20/8/09 3:09 PM , Anonymous Ricardo Ronda disse...

Infelizmente, pelo noticiário, ficamos sabendo que os barcos serão utilizados pela iniciativa privada para ganhos. Em que pese até o bom uso que se poderá fazer dos mesmos, é uma pena que institucionalmente não se consiga um museu ou algo do tipo para resguardar as peças...

 
Às 20/8/09 6:47 PM , Blogger Parreiras Rodrigues disse...

Ricardo: A Constituição Federal diz que o `achado`do meu conterrâneo isabelense Ismael Esmanhotto pertence, segundo a Constituição, ao acevo da Marinha brasileira. A responsabilidade da sua guarda é da Capitania sediada em Guaira. Mas, veja você, que o Ismael disse que pretende recuperar a embarcações e utilizá-las como atrativos turísticos incorporados ao seu hotel-restaurante que ele está construindo lá na sua fábrica de expositores de metais sanitários na nossa Santa Isabel do Ivaí. Para você se despreocupar, garanto que nas mãos do Ismael - como depositário fiel, aqueles tesouros históricos teão vida longa e serão vitrines para estudos como os feitos ai pelo nosso amigo advogado e historiador, o dr. Getúlio. Ao passo, que se assenhorados para a União, passo a duvidar da integridade deles. Viajo bastante, Ricardo, o suficiente para verificar o estado de abandono dos nossos monumentos históricos. As obras do Aleijadinho em Congonhas nas Minas Gerais, encontram-se de dar dó. Juro que chorei. Em Ouro Preto, Mariana, São João Del Rey, salvam-se os museus cuidado pela iniciativa particular. Você sabe, né, o cuidado que os nossos govenos devotam à história. Deixa, Ricardo, deixa. Conheço bem o Ismael, a sua visão, o seu respeito pela Natureza. E o feito dele, do Ismael, serviu também para colocar na mídia nacional, além da nossa Sanza, mais Porto Rico, Porto São José e a também nossa Nova Londrina. Eu não sabia da existência desse estudiodo pesquisador, o dr. Getúlio. Vocês ai, novalondrinenses, preservem também este tesouro! Parreiras, jornalista do dep. Luiz Accorsi.

 
Às 20/8/09 6:53 PM , Blogger Parreiras Rodrigues disse...

E continuo porque me esqueci de parabenizar o Cássio pela `blogada`. Aliás, o único que registrou o feito histórico do Ismael, e daqueles que acreditaram nele, desde os `boiadeiros`que deixaram suas lidas diárias, é, principalmente os mergulhadores. Valeu, Cássio. Você `furou`todo mundo!

 
Às 22/8/09 2:13 PM , Anonymous Ricardo Ronda disse...

Vou acreditar em você companheiro Parreiras. Se botas a mão no fogo pelo guardião das embarcações, quem sou eu... Ainda quero ir aí pôr minha mão neles, para 'sentir o tempo'...

 

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