28 julho 2009

A Mentira é...

A mentira é doença, quando ela internaliza no pensamento e passa a fazer parte de sua vida prática, em que usa como uma forma de defesa diante de uma situação qualquer, sem importar se estará fazendo o bem ou mal, é assintomático; tornou-se banal em todo momento de comunicação.

A mentira é problema moral, quando esta é utilizada com a finalidade em denegrir a imagem de pessoas, procura destruir o outro para conseguir benefícios ou até mesmo a pratica por egoísmo, inveja, ódio e até vingança; isso está presente no meio profissional e político.

A mentira é uma necessidade, quando for usada para amenizar uma situação trágica seja por meio de um acidente grave, ou de uma doença ou para não magoar um amigo; momentos que ocorrem em nosso cotidiano e que precisamos desse artifício, nem que seja momentâneo, pois queremos proteger algo em nome do “bem”.

A mentira é brincadeira , quando a usamos para contar uma piada ou o fato de “pregar” um momento de descontração, de lazer, no sentido de expressar o sorriso ou apreensão por parte daquele que recebe isso.

Diante dos diversos tipos de mentira, devemos buscar a verdade, porque a mentira como doença, problema moral, necessidade ou brincadeira não traz razão, e muitas vezes isso provoca o ser humano, essa prática leva-o a ser uma pessoa sem identidade, sem convicção de ter um entendimento mais consistente, transportando-o para sua vida; a maioria não tem estrutura emocional. Com o uso frequente, incorpora em todos os atos que esteja frente a desafios que fazem parte de nossa vida, trazendo consequências maléficas.

Se a verdade estiver presente, acreditamos que a pessoa estará consciente e bem com seu prazer de vida, sendo íntegro e digno de um cidadão.

Por: Prof. Roberto Tsunokawa: Graduado em Farmácia e Letras pela UFSM; especialização em Psicopedagogia; professor licenciado ( especialização PDE/UEM) da rede pública do Paraná; vereador na legislatura 2005-2008; candidato a prefeito nas eleições municipais de 2008.

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