15 julho 2009

Internet na vida das pessoas:

É recorrente essa temática em todos os meios sociais e educacionais, a preocupação dessa ferramenta tecnológica influenciando a vida pessoal, profissional e sentimental das pessoas. Mas, será que ela é nociva?

Essa probabilidade é alta, uma vez que os estudos e as pesquisas revelam o quanto há uma dependência disso, sem que os cidadãos não percebam que estão “escravos”, como perdem a noção de tempo conectados a rede interligados em um bate papo, buscando superar sentimentos de solidão, carências afetivas.

Também, é comum a presença de jogos virtuais que estimulam crianças e jovens a passarem horas de entretenimento, lazer e se deixam levar muitas vezes pelo irreal, levando-os a praticarem exemplos ruins para a sua vida, relação com outrem, lógico que sem acompanhamento de responsáveis que não impõem limites.

Outra situação são os profissionais do ramo de informática que na empolgação de conhecimentos, uso excessivo de estudos para que possam manter atualizados e assim diante de um mercado competitivo, fazem-nos diferenciais; não observando essa compulsão pelo imediatismo, 24h sem desconectar à frente de um monitor.

Assim, poderíamos elencar uma série de exemplos que fazem parte do cotidiano de uma pessoa em que há uma ligação com o computador e a internet. O que se pode encaminhar para que isso não provoque o desequilíbrio mental, físico e psicológico seria que os sensatos pudessem contribuir, buscando intervir nesses “viciados” que procurem ouvir e olhar o quanto estão prejudicando a sua qualidade de vida.

Por: Prof. Roberto Tsunokawa: Graduado em Farmácia e Letras pela UFSM; especialização em Psicopedagogia; professor licenciado ( especialização PDE/UEM) da rede pública do Paraná; vereador na legislatura 2005-2008; candidato a prefeito nas eleições municipais de 2008.

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