29 abril 2009

O sentido da vida:

“Minha vida é monótona. Mas, se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei um barulho de passos que será diferente dos outros...” (EXUPÉRY)

Quanto menos um povo pensa, melhor para um sistema vigente. Para que pensar, se há “outros” que pensam por mim? É melhor não pensar muito para não não revoltar a gente, provocar insatisfação nos outros, criar um clima desagradável...

A TV pensa por mim; o jornal informa-me o que convém saber; a revista me traz o que preciso conhecer; então, por que me preocupar em pensar?

Se analisarmos a vida em profundidade, observaremos que tudo está mal, monotonia, descontentamento, vazio, tédio, rotina. Por que será?

É porque não valorizamos o presente, o nosso cotidiano, as nossas ações, a nossa postura diante de tudo que nos rodeia; sempre pessimistas, buscando facilidades em SER e TER.

Somos o que somos porque não temos “vontade”, “dedicação” nas coisas que fazemos, sentimos que a vida não tem sentido, sempre estamos tristes, magoados, frustrados, nunca contentes.

Mas, podemos “sair dessa”? Como? Que devemos fazer?

Sim, basta queremos, olharmos tudo com interesse, veremos o quanto podemos transformar nossa vida nas coisas tão básicas que estão em nosso contato como a família, os amigos, a escola.

O sentido de nossa vida está nisso, não se tem para onde correr. Seremos felizes, se soubermos ter diálogo, amizade, solidariedade, harmonia, equilíbrio.

Tudo tem solução, pode ser breve, rápida; mas também, pode ser tardia, porém existe uma “saída”.

Só ter harmonia e equilíbrio em nossas atitudes, pensar, escutar, ouvir, praticar e viver o presente com os “pés no chão”.

Tudo isso, podemos encontrar em qualquer lugar, se tivermos “a fim”, dispostos a encarar com afinco, com determinação.

Não existe outra alternativa, se queremos sentir o sentido da vida, a beleza dela, é só isso: amor, dedicação, prazer.

Por: Prof. Roberto Tsunokawa: Graduado em Farmácia e Letras pela UFSM; especialização em Psicopedagogia; professor da rede pública do Paraná; ex-vice diretor do Colégio Ary João Dresch; vereador na legislatura 2005-2008; segundo colocado nas eleições municipais de Nova Londrina com 35% dos votos.

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