01 abril 2009

Educar para aprender:

Quando observamos nossas competências e habilidades, verificamos que em determinadas tarefas aparecem facilidades e dificuldades em solucioná-las. Daí, começamos comparar com as inteligências múltiplas e constatamos se são verídicas ou não. Podemos aprender a aprender?

Uma vez detectada que possuímos uma ou mais inteligências inatas, provindas geneticamente, também acreditamos que podemos desenvolver outras mais conforme as necessidades que são impostas em nosso meio social, intelectual ou econômico.

Se por uma fatalidade, tivermos um acidente que comprometa algum órgão que até então funcionava normal; por questões das circunstâncias, desenvolvemos aptidões adormecidas por não serem estimuladas.

Também, quando estamos frente a desafios na vida que irão modificar nossos padrões, tem-se a motivação que desencadeia uma série de atividades impensadas, iniciam-se como se fossem um passo de mágica.

A partir dessa explanação, através de exemplos, provamos que sempre vamos estar aptos à aprendizagem, algo inovador que ao estímulo, cria-se uma perspectiva em que impressiona, muitas vezes, até a própria pessoa que não havia sido colocada em “xeque”, levando-a a buscar soluções imediatas para responder seu “ego”, assim se sentido potente à sobrevivência.

Por: Prof. Roberto Tsunokawa: Graduado em Farmácia e Letras pela UFSM; especialização em Psicopedagogia; professor da rede pública do Paraná; ex-vice diretor do Colégio Ary João Dresch; vereador na legislatura 2005-2008; segundo colocado nas eleições municipais de Nova Londrina com 35% dos votos.

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