18 março 2009

Educar para a Caridade:

Quando se fala em educar, pensa-se em orientar, disciplinar alguém para alguma coisa que se acredita. Porém, educar para a caridade, é preciso muito mais ações pessoais que apenas o ato de “educar”.

Em primeiro momento, deve-se ter claro que o ser humano é desprovido de muitas deficiências, até por que ninguém é perfeito, sempre está buscando um ponto de equilíbrio, harmonia, autocontrole.

Educar para a caridade, antes, é necessário estar internalizado em nosso “eu”, nosso íntimo, o ato de ser e ter caridade. Tendo isso evidente em nosso ego, poderemos instrumentalizar as pessoas para tal ato.

O nosso comportamento diário é o espelho em uma sociedade, as idéias que expomos, as ações que desenvolvemos, a prática do que falamos e agimos são as ferramentas para termos “moral” para termos crédito junto à comunidade.

De posse disso, a orientação no sentido de educar para a caridade torna-se um caminho suave e potente, pois a primeira prerrogativa já a temos, o restante vem pelo respaldo, engajamento de outros parceiros com o mesmo perfil de integridade moral.

A partir desse momento, começar-se-á o trabalho de educação para a caridade. Um planejamento em equipe, metas, objetivos traçados e definidos, iniciam essa tarefa de educar.

A caridade, não significa esmola, humilhação, mas é auxiliar, ajudar o próximo da melhor forma possível. É fazer o indivíduo ser mais gente, acreditar que pode compartilhar com experiências significativas que irão resolver parte de problemas cotidianos da vida de uma pessoa.

Não é só saciar a fome de comida, é levar esperanças e solidariedade no sentido de resgatar a dignidade e o cidadão sentir útil e feliz com o mundo que o cerca.

É entender que os problemas existem e podem ser resolvidos com paciência, perseverança e com tempo. Caridade está no convívio pessoal em nosso trabalho, em nossa família, em nossos relacionamentos vários que temos no decorrer do dia e da vida, são todos os momentos.

Se conseguirmos educar dessa forma, vamos aumentar a auto-estima de muitos, conseqüentemente, vamos conviver melhor; sem tumultos, discórdias, ódio.

Logo, praticar essa missão e ter resultados positivos são fáceis, basta que tenhamos a sabedoria da vontade e agirmos com extrema benevolência com e para as pessoas.

Por: Prof. Roberto Tsunokawa: Graduado em Farmácia e Letras pela UFSM; especialização em Psicopedagogia; professor da rede pública do Paraná; ex-vice diretor do Colégio Ary João Dresch; vereador na legislatura 2005-2008; segundo colocado nas eleições municipais de Nova Londrina com 35% dos votos.

0 Comentários:

Postar um comentário

Assinar Postar comentários [Atom]

Links para esta postagem:

Criar um link

<< Página inicial



Free counter and web stats