30 abril 2008

EUA, hegemonia e resistência – parte 01


Há quem sustente, que os EUA não constitui-se em uma superpotência solitária, isto é, que não estão sozinhos no jogo sujo do imperialismo, mas sim, que existe uma espécie de “tríade imperial”, da qual também estaríam presentes a União Européia e o Japão.

No plano militar, esta tríade esta longe de existir, pois os estadunidenses são responsáveis por metade dos gastos mundiais em armamentos, possuem bases e missões de treinamento militar em 121 países. Tal gana bélica apenas é comparável a de um sujeito chamado Adolf Hitler. Portanto, UE e Japão não possuem força suficiente para “concorrer” com a potência Ianque e estão também subordinados às diretrizes emanadas da Casa Branca, que aliás, passam por cima até mesmo na ONU.

No campo econômico esta hegemonia dos EUA é ainda mais evidente. O que chama-se hoje de transnacionais, são em sua grande maioria, empresas estadunidenses, sendo que entre as cinquenta maiores do mundo, trinta e cinco são deles. No setor de informática, das dez maiores, sete são ianques, no de software, nove o são, no ramo farmacêutico são seis...

Portanto, não há que se falar em “divisão imperialista”. Império há um só, e ainda continua sendo hegemônico.

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