04 abril 2007

Um pouco de Futebol...


Polêmicas a parte sobre a forma de contagem feita pelo próprio Romário que pode atingir esta noite a marca de 1.000 gols, e a sua forma marrenta de ser, o baixinho merece todo o nosso respeito e homenagem.

A relação de amor e ódio do torcedor brasileiro para com ele começou nas eliminatórias para a Copa de 94, é verdade que a Seleção vinha bem, ganhando todos os jogos em casa e o Müller vinha dando conta do recado no ataque e a classificação viria sem maiores dificuldades, mas o único jogo de Romário naquela competição entrou para a história, dois gols que nos levaram aos EUA.

A Copa foi dele, claro que a Seleção é uma equipe, e que do roupeiro ao centroavante merecem homenagens, mas a participação de Romário foi fundamental, isso não podemos negar.

Também concordo que ele fala demais, mas pelo menos nos diverte, quando chamou Edmundo de bobo da corte vascaína, o Pelé de grande poeta calado, além de nunca negar que odeia treinamento, prefere um futevôlei com os amigos e que sempre levou mulheres para as concentrações.

Não é todo dia que um jogador marca 1.000 gols na carreira, ainda mais no Futebol força de hoje em dia, sem falar que Romário está com 41 anos de idade. Tudo bem, naqueles zagueiros do Campeonato Carioca até eu faço gols.

E o baixinho não nos cansa de surpreender, o destino lhe presenteou com uma filhinha portadora da Síndrome de Down, e lá está Romário demonstrando todo o seu amor pela filha e participando de campanhas contra a discriminação. Este é o gol mais importante da vida de Romário. Simplesmente, Parabéns!

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