15 junho 2006

Foi cômico...

Muito estranha a propaganda eleitoral gratuita desta quinta feira, um ataque desesperador por parte da Oposição, visando apenas a imagem do presidente da República que insiste em subir nas pesquisas de intenção de votos.

O programa parecia mais com o “Linha Direta”, música de suspense no fundo, bons atores falando com um ar de sofrimento e uma cara de reprovação, davam o tom dramático ao programa.

Foram dez minutos de seção “Retrospectiva” que todos já estão cansados de saber, Mensalão, Delúbio, Okamoto e Lula que não sabia de nada, além de montagens bem feitas, que distorciam o contexto das falas presidenciais.

Enfim, somente no final do programa é que apareceu a sigla do PFL, mas em momento algum foi citado seu nome. Algumas perguntas ficam no ar: Porque o PFL tem medo de “dar a cara a tapa”? Que moral este partido tem para falar sobre corrupção? Porque não usam o programa eleitoral, gratuito, e portanto, pago por nós contribuintes, para mostrarem propostas de governo? As respostas são simples, a oposição esta perdida, desorientada, desesperada, e a única estratégia de campanha que possuem são os ataques pessoais. É mais fácil falar o que o povo quer ouvir, ou seja, este escândalo que abalou o Governo e o Brasil.

3 Comentários:

Às 19/6/06 3:04 PM , Anonymous PROF ROBERTO disse...

ENQUANTO NÃO HOUVER UM "MEA CULPA" NAS AÇÕES E REALIZAÇÕES DE UM DETERMINADO GOVERNO, É SÓ DEMAGOGIA EXPLORAR O LADO RUIM...É PRECISO MATURIDADE E FIDELIDADE NO COMPORTAMENTO E JULGAMENTO DE ATOS PRATICADOS POR OUTREM OU POR SI MESMOS...

 
Às 21/6/06 10:36 AM , Blogger Cássio Augusto disse...

PFL recua; anúncio político não é reportagem

Por Alberto Dines em 20/6/2006

A agressiva da propaganda do PFL na noite de quinta-feira passada (15/6), durante o Jornal da Nacional, foi comentada no dia seguinte pelo seu conteúdo. Nenhum jornal, rádio ou TV reclamou contra o formato de reportagem desta propaganda. Ou contra a ausência da marca do PFL durante grande parte do anúncio. Nem contra a intervenção de um partido político dentro de um veículo jornalístico num de seus momentos de maior audiência.

A própria Rede Globo meteu o rabo entre as pernas e resignou-se diante do desleixo do TSE. Só a edição radiofônica do Observatório da Imprensa chamou a atenção na manhã seguinte. Aparentemente com êxito.

Na segunda-feira (19/6), o PFL voltou a invadir a telinha do mesmo Jornal Nacional e durante o dobro do tempo (20 minutos contra 11 minutos da primeira emissão). Mas foi obrigado a recuar: exibiu o logotipo do partido ao longo da propaganda e desistiu do formato de reportagem (e não se confundiu com o conteúdo do JN).

Falta agora o TSE decidir se a propaganda política pode ser infiltrada sem cerimônia no meio de uma emissão jornalística para enganar o telespectador. É bom lembrar que o governo federal, quando requisita a rede de rádio ou TV para algum comunicado oficial, costuma fazê-lo antes ou depois do Jornal Nacional. Tanto nos governos de FHC como no de Lula.

Quando a imprensa afinal prestar a atenção aos abusos contra a imprensa talvez seja tarde demais.

 
Às 25/7/06 3:32 PM , Anonymous susa xD disse...

oi acho que tu blog eh muito legal
bjo0os xD

 

Postar um comentário

Assinar Postar comentários [Atom]

Links para esta postagem:

Criar um link

<< Página inicial



Free counter and web stats